Alfabetização
O “Aurélio” diz-nos ser “acto, efeito, modo, ou processo de alfabetizar (-se)”.
No tempo da “tia tapa o pote”
Aos dois anos de idade, a Alice lançou-se na senda das descobertas do linguarejar. E eu, avô babado não me cansava de espevitar a pimpolha. Espantava-me e divertia-me com as suas generalizações. Encorajava-a, incitando-a ao diálogo, desafiava a sua criatividade com socráticas subtilezas:
- A Alice é a netinha do avô?
- É.
- Sabes quem é a netinha do avô?
- Sabo!
Talvez revendo-se num outro lado de um freudiano espelho – eu sei lá! – o certo é que a Alice me retorquia numa lógica implacável e zurzidora de ortodoxias gramaticais.
- O que é isto? – perguntava-lhe, apontando as mãozinhas do irmão Marcos.
- Ito é as mões do minino!
Reaprendi a gramática do bom senso, compassivamente anotando os absurdos que a Alice, sem o saber, denunciava, os mesmos absurdos que os adultos de então não conseguiam identificar. Reaprendi com os sábios arabescos linguísticos da minha neta muito daquilo que eu tive de desaprender quando, um dia, quis ser professor. E vieram à memória episódios que ouvi contar, quando ainda exercia essa maravilhosa profissão.
Parece que foi ontem, e já lá vão tantos anos! Era no tempo do hegemónico método analítico-sintético por alguns chamado fónico, Um tempo distante, em que o “p” e o “t” eram aprendidos através da repetição soletrada de frases de alto gabarito intelectual do género: “a tia tapa o pote”, “a tia é tua”, “é a tua pua”.
Nesse tempo, como na actualidade, algum pai, em seu perfeito juízo, se lembraria de repreender o filho, no momento em que este balbuciasse a primeira palavra? Estou a ver o pequeno a exclamar “papá!”, e o zeloso progenitor a corrigi-lo de imediato:
- Não se diz papá! Diz comigo: “um pê e um a… pa; mais um pê e um a… pá”. E, agora, diz tudo pegado: “papá”. Assim é que está bem!
O leitor considerará ridícula tal descrição. Tem toda a razão, mas era assim que se aprendia a ler nas escolas daquele tempo. Tudo passava pela soletração, apesar de alguns episódios terem propiciado suficientes pretextos para interpelar absurdos e efectivar uma revisão metodológica.
Recordemos o daquela professora que, pretendendo ensinar o ditongo nasal “ão” e o seu plural “ões”, exibiu uma gravura, a apontou e disse para a turma:
- Ora vamos lá! Quero toda a gente a ler esta palavrinha!
E toda a turma, num coro estridente, soletrou:
- Por…co!!!
- Não é porco. É leitão!!! – gritou a mestra.
Sem comentários, passemos a um outro episódio exemplar. Numa escolinha da Ilha da Madeira, a professora pretendia ensinar a consoante “b”. Desenhou no quadro negro um tubérculo mal amanhado a que os insulares dão o nome de “semelha”. Porém, a mestra escreveu por debaixo da tosca figura a palavra “batata”.
- Vá lá, menina! Ora lê!
A aluna fitou demoradamente o desenho. Depois, voltou o olhar para a impaciente mestra.
- Estás espera de quê? Levanta-te e lê!
A pequena levantou-se, mas deitou os olhos ao chão.
- Ó minha grandessíssima burra! Tu não sabes que estamos a dar o “b”? Vê-se logo que não estudaste a lição em casa!
A miúda tinha estudado a lição. E, por isso mesmo, hesitava. Porque a bota não dava com a perdigota, como adiante iremos ver…
- Nunca comeste disto? – insistiu a professora, apontando para aquilo que, para um adulto alfabetizado, deveria ser a representação de uma batata - Nem assim, minha burra?
Abra-se um justo parêntesis para referir que, no século passado, expressões como “ó minha burra”, “ó minha besta”, “ó meu anormal”, eram ternamente utilizados por alguns professores como recursos pedagógicos, à míngua de conhecimento de elementares conceitos como o de “reforço positivo”, que tinham ficado confinados aos testes de Psicologia da Educação parcimoniosamente copiados e esquecidos. Mas, porque provas e respectivas cábulas são coisas do passado da formação de professores, retomemos a descrição do episódio.
A concretização do plano da aula (para quem não seja desse tempo, diga-se que os “planos de aula” eram também apetrechos usados nas escolas, no século XX), estava comprometido. A professora havia destinado cinco minutos para a “motivação” e outros cinco para a “introdução do novo vocábulo”.
Só mais um parêntesis para dizer que não poderei aqui explicar o contido entre aspas, dada a inverosimilhança com que estes artefactos da proto-pedagogia se apresentam no nosso tempo. Retomemos, pois, a narrativa.
A mestra aprimorou-se na criatividade posta na invectiva:
- Ó minha parva, tu senta-te, que já me deste cabo do plano, e já nem te estou a ver bem!
A “parva” sentou-se aliviada.
- Já vi que dali não há-de sair nada. Diz lá tu, ó Toninho! O que é que está aqui escrito?
O Toninho era o “inteligente” da turma. Era um miúdo grave e delicado. O ternurento diminutivo usado pela professora ficava-lhe a matar. Também lhe assentava como uma luva o cognome de “Mete Nojo”, que o Nelo das Fajãs havia inventado e que a turma, unanimemente, adoptou.
Filho do senhor engenheiro agrónomo, seria evidente para a mestra que o Toninho reconhecesse o tubérculo e soletrasse a preceito “ba…ta…ta”.
- Diz lá, Toninho, o que aqui está escrito.
- Semelha, senhora professora. – disse o Toninho.
Foi então que a professora nada e criada no Portugal Continental se apercebeu de que, na véspera, havia almoçado semelhas com bacalhau, pensando comer batatas.
Educação
Vem do latim educare (ou será educere?...), que significa instruir, formar.
“Há gente que nasce longe de casa”
Num aeroporto afectado pela “crise”, eu deveria efectuar um voo de conexão e tentava explicar o óbvio: Minha senhora, repare que eu já tenho cartão de embarque, não preciso de vir para esta fila.
Se lhe disseram para vir para esta fila, é porque tem de vir – nesse diálogo de surdos, a funcionária voltou-me as costas, sem me dar tempo a replicar.
Meia hora decorrida e muita impaciência acumulada, cheguei ao balcão. Mostrei o cartão de embarque:
“O senhor não precisava de vir aqui para esta fila. E, agora, já fechou o chek in do seu voo – disse-me, sem me olhar. Telefonou, teclou, entregou-me um novo cartão de embarque para um voo que partiria três horas depois. Cabisbaixa, disse-me: Foi o máximo que pude fazer… Em silêncio, afastei-me.
Enquanto aguardei o tardio voo, observei os passos em volta: gente cochilando, gente reclamando, gente apática, ou resignada, tal como eu… Tive tempo suficiente para meditar, “transgredindo a ordem do superficial” e concluir que, nos grandes aglomerados humanos, as pessoas se submetem a uma forçada convivência, toleram o outro sem o aceitar, suportam um “aturai-vos uns aos outros” num incómodo mal disfarçado.
La Rochelle disse que “a cidade não é a solidão porque a cidade aniquila tudo quanto povoa a solidão – a cidade é o vazio”. Isso mesmo: um vazio com raízes que eu busco esclarecer. Inevitavelmente, a minha cultura profissional isolou as raízes de uma instituição geradora de vazios: chamou a Escola à colação. As escolas onde as funcionárias do aeroporto e os seus clientes se formaram eram arquipélagos de solidões povoados por rituais vazios de significado.
Educar é assumir responsabilidade social, solidarizar-se eticamente. Somos marcados pela incompletude, geneticamente sociais e geneticamente históricos, porque, como diria Walon ou Freire, criamos vínculos. A arte de conviver (viver com) exige uma atitude de abertura, o reconhecimento do outro e o respeito pela pessoa do outro. Mas onde se poderá aprender essa arte? Na Escola? Na Família? Na televisão? Na internet?
A Educação do Homem percorre caminhos sinuosos. Antes de ser escolarizada, a criança já esteve passivamente exposta a muitos milhares de horas de televisão, sem agir criticamente sobre as mensagens, sem discernimento para se proteger de programações imbecis. Forma-se o solitário adulto espectador no vazio da indiferença: “Militares americanos bombardearam uma aldeia afegã. As bombas visavam matar talibans, mas assassinaram crianças. Para os militares o raid aéreo foi um sucesso, fundamentando: “Quem nos garante que esses meninos não viriam a ser perigosos talibans?”
O Sartre estava certo de que, se não somos responsáveis pelo que fizeram de nós, somos responsáveis por aquilo que fizermos com aquilo que fizeram de nós. E eu opto por pensar nos professores que eu conheço, que já vão trocando uma profissão solitária por uma profissão solidária. E não se trata de uma mera troca de uma consoante por outra consoante. Trata-se de uma profunda mudança cultural. O primeiro passo dessa reconversão consiste em os professores se sentarem à volta de uma mesa, ou na relva de um parque, para se transformarem numa equipe. Um projecto faz-se com pessoas, privilegiando laços afectivos. Com pessoas conciliadas consigo e com os seus pares.
Com esta reconfortante reflexão, aquieto-me. E o tempo de espera pelo voo fica mais breve, mais suportável. Embora saiba que ainda há muita gente distante de si própria! Como diria a Maria, “às vezes, há gente que nasce longe de casa...”
Ler
Não confundir com a decifração de símbolos ou o papaguear palavras!
Saber ler
Durante muitos anos, o compositor Lopes Graça foi perseguido pelos esbirros da polícia política, só por ser homem de escrever verdades. Numa das suas polémicas intervenções escritas, travou-se de razões com um tal Coelho, músico protegido pela Ditadura de Salazar. Publicou um opúsculo escrito de tal modo que chegou aos leitores sem ficar exposto aos cortes do “lápis azul”. Esse opúsculo foi um êxito editorial, até ao momento em que a polícia política invadiu as instalações da editora e apreendeu o que restava dos exemplares por vender.
Como era uso nessa época de privação das liberdades, o título da obra teria de despistar os meirinhos da censura. Na capa do livro estava escrito “A Caça aos Coelhos”. E foram milhares os caçadores que o compraram…
Em Portugal, jornais publicaram rankings de escolas, na cretina atitude de pretender comparar escolas com diferentes características, públicos diversos e situadas em regiões díspares. Publiquei um artigo, num jornal diário de grande tiragem, denunciando a farsa dos rankings. A minha intenção era a de defender a dignidade das escolas que tinham ficado situadas nos últimos lugares da lista. Quando o meu artigo foi publicado, recebi de muitos professores cartas de elogio e incentivo.
Fiz publicar o mesmo artigo no jornal da minha terra como gesto de solidariedade para com uma escola que conheço e que estava situada nos últimos lugares do ranking. Decorridos alguns dias, alguns professores dessa escola passavam por mim e nem sequer um bom-dia me davam. Estranhei. Semanas depois, compreendi o que se passava: a directora dessa escola dizia que eu tinha publicado um artigo atacando a sua escola. A senhora directora leu o que não estava escrito no artigo. E foi mais longe, movendo-me um autêntico processo de intenções.
Há professores que não lêem. Outros lêem e não entendem o que lêem. E bem pior do que não saber ler é utilizar o que não se entende como arma de arremesso, fazendo crer a outros (que não leram, ou não sabem ler) intenções que o autor não teve. Uma sociedade de “grau zero de literacia” (não é só no Brasil que o analfabetismo funcional prospera), é terreno fértil para que indivíduos sem escrúpulos se recusem a discutir a realidade, a partir de outro ponto de vista que não seja o seu.
Ler é diferente de compreender. Ler pressupõe o domínio do vocabulário utilizado, da estrutura sintáctica do material escrito, do conteúdo. A atitude do leitor e os seus preconceitos, ou seu interesse relativamente ao texto lido, influenciam a interpretação. Ser leitor pressupõe ser capaz de distinguir entre factos e opiniões, captar o significado literal, as asserções directas, as asserções paralelas, as paráfrases… O domínio da linguagem pode ser afectado pela rigidez de ideias, por carência de capacidade discriminativa. Ser letrado não significa apenas saber ler e escrever, mas ser funcionalmente letrado.
As nossas escolas dispõem de excelentes profissionais, mas albergam, também, docentes cuja iliteracia nos deve inquietar. Enquanto professor de universidade, eu tive a ingrata surpresa de verificar que muitos alunos, que pretendiam ser professores (e que, hoje, o são!) eram incapazes de alinhavar uma ideia, de redigir um parágrafo sem erros ortográficos, de interpretar um texto de complexidade maior.
De que serve ocultar a realidade? Ter um canudo não faz de um licenciado uma pessoa culta. É preciso admitir uma dolorosa realidade: num país de “doutores”, nem só entre o povo simples a ignorância prospera – também há professores ignorantes.
28 de ago. de 2010
Material da Oficina de Brinquedos e Jogos com sucata!!!!
Algo sobre a construção de jogos com sucata...
“O brinquedo construído pode vir a ser parte fundamental no contexto da brincadeira infantil. Acreditamos que, através da interferência da criança na transformação dos objetos para a construção de seu próprio brinquedo, ela realizará um trabalho criativo, resultando em um brinquedo produzido por ela mesma e ganhando, por esse motivo, um valor afetivo diferenciado. A criança brincará com “outros olhos” com aquilo que ela puder construir.”
REVISTA AVILA LÁ (ADRIANA KLISYS E RENATA CAIUBY)
Algumas propostas:
GEOPLANO
Com o geoplano é possível criar desenhos com diversas formas. Também auxilia no processo de ensino-aprendizagem de Geometria e Matemática.
Materiais:
• Uma tábua quadrada (de madeira ou aglomerado) com 18 x 18 cm de lado e uma espessura de mais de 1,5 cm e menos de 3 cm.
• Uma régua
• Um lápis
• Uma borracha
• 25 pregos finos (de 2,5 ou 3 cm)
• Um prego maior
• Martelo
• Elásticos de vários tamanhos e cores
Modo de fazer:
1. Marque a lápis, levemente, na tábua, linhas paralelas de 3 em 3 cm, na vertical e na horizontal. Assim, obterá uma grelha.
2. Na intersecção das linhas (onde elas se cruzam), marque os 25 pontos obtidos, fazendo um furinho com o prego maior, retirando-o posteriormente.
Com a borracha, apague as linhas que traçadas.
3. Pregue, cuidadosamente, os 25 pregos nos furos marcados, deixando cerca de 1 cm do prego, para fora.
4. Agora, use os elásticos para criar formas e desenhos. Com elásticos de várias cores fica muito bonito.
FUTEBOL DE PREGUINHOS
Materiais:
• Madeira retangular com 50X30 cm
• Duas ripas de madeira com 2 cm de largura e 50 cm de -comprimento para as laterais.
• Quatro ripas de madeira com 2 cm de largura e 13 cm de comprimento
• Vinte e dois pregos de cabeça redonda
• Uma bolinha de gude ou moeda
• Tinta verde e branca
• Pincel
• Lixa de papel
Modo de fazer:
1. Antes de começar a montagem do campo, lixe todas as peças com uma lixa de papel para evitar que alguma farpa espete seu dedo, enquanto estiver montando.
2. Pinte a madeira de verde e desenhe e campo conforme a figura:
3. Os pregos (jogadores) devem ser distribuídos conforme indicado na foto, ficando 11 de cada lado.
4. Pregue as ripas nas laterais do campo. Bata os pregos com cuidado e verifique se a ponta não saiu do lado oposto.
5. Se quiser, você pode pintar os pregos com duas cores para diferenciar os times.
CAMINHONETE COM CAIXA DE FÓSFORO
MATERIAIS:
• Três caixas de fósforos vaziasTinta guache
• Quatro botões
• Cola
• Caneta
• Tesoura
• Pincel
MODO DE FAZER
Cole uma caixa de fósforos fechada na outra sem a tampa. Assim você cola a caçamba na cabina da caminhonete.
Desenhe a tampa da terceira caixa de fósforos a parte de cima da cabina. Isso vai ser o teto da caminhonete.
Recorte e cole em cima da caixa com tampa.
Pinte a carroceria da caminhonete com a tinta guache.
Cole os botões com um pingo de cola para fazer as rodas.
PARA FAZER UM DADO
Materiais:
• Lápis
• Régua
• Cartolina
• Tesoura
• Cola
Modo de fazer:
1. Primeiro, é preciso decidir quantos centímetros de lado vai ter o cubo.
2. A seguir, sabendo qual é a medida de lado, copie o modelo a seguir.
3. Recorte onde indicado (_ _ _ _ _) e dobre (________) ligeiramente as partes de todo o cubo, sem o colar ainda, só para facilitar essa tarefa. A régua pode auxiliar esta tarefa.
4. Cole os diversos lados com o cuidado e deixar secar bem, antes de colar a parte seguinte.
FANTOCHES COM MEIAS
Materiais:
• Meias velhas
• Cartolinas de cores variadas (pedaços)
• Lãs de cores variadas
• Tesoura
• Cola forte
Modo de fazer: (MENINA)
1. Escolha a meia de sua preferência, pode ser estampada, ou ter uma só cor
2. Recorte, em cartolina:
- duas meias-luas encarnadas para a boca;
- uma meia-lua para a língua;
- uma bolinha ou um triângulo para o nariz;
- duas bolinhas para os olhos;
- duas meias-luas para as orelhas;
boca olhos nariz orelhas língua
3. Enfie a mão na meia e experimenta-a, para ter uma ideia das medidas daquilo que vai colar.
4. Cole todos estes elementos nos locais certos com muito cuidado, para a cola não passar (e colar o que não deve).
5. Para fazer os cabelos da menina, cole os fios de lã de baixo para cima, isto é, comece a colar primeiro os fios de perto da “nuca”, para depois ir colando os que vão acima, até cegar naqueles que ficam no topo da cabeça. Se quiser, pode apará-los com a tesoura, colocar um laço, fazer franja ou tranças.
*Outras ideias:
Para incrementar esse fantoche da menina:
• Faça dentes: cole na boca dois quadradinhos de cartolina branca;
• Faça um laço no pescoço: pode-se usar fitas, lãs, ou fazer em cartolina com dois triângulos pequenos;
• Coloque óculos: pode-se recortar em cartolina, ou moldá-los em arame.
FANTOCHE DE GATO
O procedimento parecido com o do fantoche da menina.
Segue, abaixo, a lista para o focinho. Recorta, em cartolina:
- duas meias-luas encarnadas para a boca;
- uma meia-lua pequena para a língua;
- um triângulo pequeno para o focinho
- duas bolinhas os olhos;
- oito tiras fininhas para os bigodes
- dois triângulos para as orelhas
BASTONETES COLORIDOS
Materiais:
• Duas garrafas PET
• Pedaços de papéis coloridos (pode ser revista também)
• Fita adesiva
Modo de fazer:
Corte o fundo das garrafas e coloque os pedaços de papéis coloridos. Uma os fundos das garrafas, um ao outro com a fita adesiva.
As crianças poderão explorá-los livremente: arrastá-lo, classificá-los por cor, pode-se até armar circuitos e pedir para que elas passem por estes utilizando diversas formas de locomoção (caminhando, saltando, engatinhando, etc).
CAIXA PEDAGÓGICA
Materiais:
• Uma caixa de papelão
• Papéis coloridos
• Caixinhas de vários tamanhos, forradas (pode ser de fósforo, remédio, sabonete, etc)
• Potinhos iogurte, papelão do rolo de papel higiênico
• Jornal
• Fita adesiva
• Estilete
• Tesoura
• Lápis
• Cola branca
• Régua
Modo de fazer:
Forre a caixa com os papéis coloridos. Espere a cola secar. Utilize os potinhos e as caixinhas que você tiver como modelo para riscar, na lateral da caixa de papelão. Com uma régua, meça 0,5 centímetro a mais do modelo que você já riscou. Recorte essas formas inicialmente com um estilete, depois com uma tesoura, assim ficará mais fácil. Passe fita adesiva ao longo do corte, a fim de dar um acabamento.
As crianças poderão encaixar os diferentes objetos em seus respectivos buracos, explorando assim, diversas formas, cores e tamanhos.
* Outra idéia: Amasse folhas de jornal e passe fita adesiva em volta. Assim você pode obter diversos tamanhos de bolas a serem encaixadas na caixa.
BONECA DE CAIXA DE FÓSFORO
Materiais:
• Uma caixa de fósforos
• Papelão (pode ser uma caixa)
• Uma moeda
• Lãs coloridas
• Agulha para lã
• Um prego
• Um martelo
• Fita adesiva
• Canetinha hidrocor
• Estilete
• Papel colorido ou revista
Modo de fazer:
Faça um círculo no papelão, utilizando a moeda como modelo. Em seguida, desenhe um retângulo bem abaixo do círculo, como indica a figura:
Recorte esta figura como um todo. No círculo, no topo oposto ao retângulo, faça um furinho, com o prego. É aí, que você vai amarrar os cabelos de lã, da boneca. Desenhe seu rostinho.
Na parte de dentro da caixinha, onde originalmente ficam os palitos de fósforo, faça, de um lado, um corte com o estilete para encaixar o retângulo que segura a cabeça; do outro lado, faça dois furinhos paralelos – É aí que as pernas vão encaixar.
Na parte de fora da caixinha, nas duas laterais onde a gente risca o palito, faça dois furinhos – um em cada lateral. E atenção, é preciso bater o prego levemente, para não quebrar a caixinha. Faça os dois furinhos na mesma altura – é aí que os braços vão encaixar.
1. Fazendo a cabeça: Desenho o rosto. Com a agulha, enfie, no furo já aberto, um pedaço de lã que servirá para amarrar o cabelo. Você pode fazer tranças ou deixar o cabelo solto.
2. Colocando a cabeça: Insira a parte do retângulo no recorte feito na parte de dentro da caixinha. Fixe com fita adesiva.
3. Fazendo os braços e pernas: Faça quatro tranças, quanto mais compridas, mais divertida ficará a boneca. Amarre as pontas com lã ou fita adesiva.
4. Colocando as pernas: Passe, com a agulha, um pedaço grande lã nos buracos destinados às pernas – na parte interna da caixinha – seguindo esta rota: de fora do 1º furo passa-se para dentro da caixa, passe para o 2º furo, saindo da caixa. Agora, as duas pontas da lã ficaram para fora da caixa. Amarre as pernas dando um nó bem forte. Se preferir, pode colocar também, fita adesiva.
5. Colocando os braços: Passe, com a agulha, um pedaço grande lã nos buracos destinados aos braços – na parte externa da caixinha – seguindo esta rota: de fora do 1º furo passa-se para dentro da caixa, passe para o 2º furo, saindo da caixa. Agora, as duas pontas da lã ficaram para fora da caixa. . Amarre os braços dando um nó bem forte. Se preferir, pode colocar também, fita adesiva.
Outras ideias: Você pode usar papel colorido para criar a roupinha da boneca, fazer laços de fita para enfeitar seu cabelo, etc.
QUADRO DE ISOPOR
MATERIAIS:
• Uma bandeja de isopor
• Canetinhas coloridas
• Um palito com ponta (Pode ser de palito de churrasco ou palito de dente)
• Lã, linha, ou um pedaço de elástico
• Cola colorida
MODO DE FAZER:
Faça um desenho, furando a bandeja com o palito.
Pinte os furos do desenho com canetinha colorida.
Faça dois furos na parte superior da bandeja, um de cada lado da bandeja para passar a linha, ou lã ou elástico. Passe uma ponta da linha em cada furo, dando um nó para não sair.
Agora é só pendurar o quadro pelo elástico.
BILBOQUÊ
Modo de fazer:
Pegue o gargalo da garrafa e faça um furo com perfurador ou estilete. Amasse a folha de jornal até formar uma bola. Em seguida, corte 1m e 30cm de barbante, dê quatro nós cruzados na bolinha de jornal e prenda no gargalo de garrafa, com dois nós.
Como brincar:
Com apenas uma mão, lançar a bolinha de jornal para encaixá-la dentro do gargalo da garrafa.
OBS: Este brinquedo trabalha a mão, o antebraço, o braço e o ombro. Sendo muito bom para a coordenação motora.
VAI-VEM
Materiais:
• Duas garrafas pet
• Dois rolos de papelão de papel higiênico
• Dois barbantes de varal de 3 metros de comprimento cada um
• Quatro pedaços de madeira com 22 centímetros de comprimento cada um
• Papel colorido
• Cola branca e colorida
• Tesoura
Modo de fazer:
1. Corte ao meio as duas garrafas de refrigerante e encaixe uma na outra
2. Recorte faixas e estrelas de papel colorido e cole-as no corpo do brinquedo para decorá-lo
3. Passe os cordões de náilon pelo corpo do vai-vem, como indica a foto. Não deixe que se cruzem
4. Encape as madeirinhas com papel colorido
5. Corte os rolos de papelão ao meio. Eles impedem que o vai-vem bata na sua mão.
6. Encape e decore os rolos com papel colorido
7. Passe fio pelos rolinhos e amarre cada uma das pontas numa madeirinha. Está pronto o brinquedo!
PORTA-TRECOS
Modo de fazer:
Depois de lavada e secada, corte a garrafa ao meio. Cole pedaços de papel de presente ou papel contato em formato de flores, formas geométricas ou outros objetos de seu gosto no porta-treco para decorar.
OBS: Ao fazer o vai-vem (brinquedo) você pode aproveitar as partes inferiores das duas garrafas e fazer dois porta-trecos.
MARACÁ
Modo de fazer:
Retirar o rótulo da garrafa, lavar por dentro e por fora, após secar, colocar sementes de arroz ou feijão ou outras. Se você tiver um cabo de vassoura, corte um pequeno pedaço (20cm) e encaixe na garrafinha. Se preferir, pegue uma folha de jornal, dobre e passe a fita adesiva, formando o cabo para acoplar na garrafa. A pintura é opcional.
CHOCALHO
Materiais:
• Uma lata de alumínio
• Sementes, grãos ou pedrinhas
• Fita adesiva
Modo de fazer:
Você pode enfeitar seu chocalho com figuras que você desenha ou recorta de revista ou jornal e cola. Ou pode pintar sua lata com tinta plástica.
Encha sua lata com a semente que você tiver ou pedrinhas.
Cada semente fará um barulho diferente e você pode fazer vários chocalhos e conseguir diversos sons.
Vede o buraco da latinha com fita adesiva e cole uma figura por cima para dar um acabamento legal.
*Outras ideias: Também é possível fazer o chocalho com potinhos de iogurte, enchendo-os também com sementes ou pedrinhas e colando as bordas com fita adesiva. Assim, você conseguirá ainda mais variações de sons. Você também pode enfeitar os chocalhos da mesma maneira que o maracá.
DISCO VOADOR
Materiais:
• Um pedaço de papelão
• Restos de papéis coloridos
• Tesoura
• Caneta
• Cola branca
Modo de fazer:
Pegar um prato como fôrma, marcar no papelão com a caneta e recortar.
Este servirá de molde para que os demais discos sejam feitos. Depois pintar ou colar restos de papel colorido para decorar.
Após secar, é só formar duplas e brincar. Um joga e o outro pega e vive-versa.
TIRO ÀS ARGOLAS
De 2 a 6 jogadores
Materiais:
• Jornal
• Fita adesiva
• Cabide
• Papel colorido (três cores diferentes)
• Barbante
Modo de fazer:
Faça três rolinhos com o jornal colando as extremidades, formando argolas. Passe cada papel colorido em volta de cada argola e forre-as com fita adesiva. Assim, você terá argolas de cores diferentes e cada uma terá uma pontuação. Faça 12 bolinhas de jornal, passando fita adesiva em volta. Prenda as argolas com barbante no cabide e pendure-o em algum lugar que tenha uma altura adequada à altura das crianças.
Fica a critério do professor qual a pontuação correspondente à cada cor. Pode ser por unidades, dezenas, ou relativo à alguma tabuada que estejam trabalhando. Fica também por conta do professor, quantas rodadas serão feitas para que termine o jogo.
Ganha quem fizer mais pontos.
PEGA BOLINHAS
De 2 a 4 jogadores
Materiais:
• Papelão
• Palitos de churrasco ou de pipa
• Uma moeda
• Canetas hidrocor
Modo de fazer:
Use a moeda para desenhar 40 círculos no papelão. Recorte e pinte, de um lado, os círculos de cores diferentes:
• Cinco pretos – vale 50 pontos
• Quinze vermelhos – vale 5 pontos
• Dez azuis – vale 10 pontos
• Dez verdes – vale 15 pontos
• Do outro lado do círculo, escreva o valor correspondente.
Como jogar:
Jogue, desordenadamente, as rodelas na mesa ou no chão. Cada participante, na sua vez, tenta remover as rodelas com o palito, sem mover as demais. Ganha quem fizer mais pontos.
O JOGO DOS CORPOS
De 2 a 6 jogadores
Materiais:
• Cartolina de quatro cores diferentes
• Canetas hidrocor
• Tesoura
Modo de fazer:
Preparar 60 cartões de cartolina divididos em quatro séries iguais, ou seja 15 cartões de cada cor.
Para cada cor de cartão desenhe: cabeça, pescoço, tronco, 2 braços, 2 mãos, 2 coxas, 2 joelhos, 2 panturrilhas e 2 pés.
Como jogar:
Distribua seis cartões para cada participante. Com o restante faz-se um monte. O primeiro coloca o cartão que quiser sobre a mesa.
O segundo deverá colocar um cartão que complete o primeiro (uma mão na extremidade do braço).
Os cartões devem ser da mesma cor, ou seja, as partes pertencem ao mesmo corpo.
Se um jogador não tiver o cartão adequado poderá começar outro corpo.
Quando os quatro corpos tiverem sido começados, o jogador que não tiver o cartão adequado poderá compra um cartão, se ainda não conseguir o cartão adequado, perde a vez.
Cada cartão colocado vale um ponto, exceto o que terminar a formação de um corpo que valerá 15.
Terminados os quatro corpos, ganha quem tiver mais pontos.
PASSA BOLA
Materiais:
• Garrafas pet
• Jornal
• Fita adesiva
• Tesoura
Modo de fazer:
Recorte as garrafas pet e fique apenas com a parte superior da garrafa. Passe a fita adesiva na borda recortada, a fim de dar acabamento. Enrole folhas de jornal até fazer uma bola e passe fita adesiva em volta.
Como jogar:
As crianças devem estar dispostas em círculo. Cada uma terá um cone de pet. O jogo consiste em passar a bola uns para os outros, por meio dos cones. Enquanto elas passam, podem cantar uma música, recitar um poema, ou fazer contas de cabeça.
*Outras ideias: Pode-se fazer as bolinhas com meias velhas também.
BOLICHE
Material:
• 10 garrafas pet
• Jornal
• Fita adesiva
• Cartolina
• Canetas hidrocor
Modo de fazer:
Corte pequenos pedaços de cartolina e numero-os de 1 a 10. Com a fita crepe, fixe cada número em uma garrafa. Amasse algumas folhas de jornal até formar uma bola e passe bastante fita crepe envolvendo-a, para deixá-la firme e pesada.
Disponha as garrafas como pinos de boliche (uma fileira com quatro bolas, uma com três bolas, uma com duas bolas e a última com uma bola só, bem na frente). A uma distância de pelo menos cinco metros, a criança rola a bola no chão, em direção às garrafas, para tentar derrubá-las.
A pontuação é calculada de acordo com os números correspondentes às garrafas que forem derrubadas. Quem somar mais pontos em cinco rodas vence. A cada rodada, as garrafas devem ser recolocadas no lugar, mas em posições diferentes e sem que a criança possa visualizar os números.
QUEBRA-CABEÇA
Materiais:
• Papel cartão
• Lápis
• Tesoura
• Cola
• Revista
Modo de fazer:
Recorte uma imagem da revista, cole na folha de papel cartão. Na parte de trás faça traços como se fossem peças de quebra cabeça. Recorte e depois monte!
JOGO DOS 10
Materiais:
• Duas garrafas pet
• Dez bolinhas de gude (que caibam no gargalo da garrafa), ou sementes grandes ou miçangas grandes
• Fita adesiva larga
• Papel e lápis para registro dos pontos
Modo de fazer:
Recorte uma das garrafas (nº1) perto da base, esta será a garrafa de fora, que você vê na imagem. Recorte a segunda garrafa (nº2) perto do topo, deixando-a em forma de cone.
Coloque as bolinhas (ou sementes, ou miçangas), dentro da parte de cima da garrafa nº1, tampada. Depois disso, encaixe a garrafa nº2 com o gargalo apontado para o gargalo da garrafa nº1. A seguir, encaixe a base no topo, montando assim, da garrafa nº1. Agora, passe fita adesiva para fixar as partes.
Como brincar: O "jogo dos 10" é uma espécie de bilboquê, no qual as crianças devem colocar as bolinhas de gude dentro do funil (garrafa nº2). Ganha o jogo quem colocar mais bolinhas dentro do funil, em determinado tempo, ou número de tentativas.
PÉ DE LATA
Materiais:
• Duas latas grandes (pode ser de nescau)
• Barbantes
• Prego
• Martelo
Modo de fazer:
Fazer dois furos com o prego na parte de baixo de cada lata, deixando espaço para a criança colocar os pés. Após colocar o barbante nos furinhos e amarrar as pontas na parte de dentro da lata.
Para brincar, basta subir com um pé em cada lata, segurando o barbante movendo as pernas e andar.
OBS: O barbante varia de tamanho de acordo com o tamanho da criança, mas deve ficar na altura das mãos.
Objetivos: Desenvolver a coordenação motora, e o equilíbrio.
DOMINÓ
Material:
• Revistas e jornais
• Papelão
• Canetas
• Tesoura
• Cola
Como fazer:
Recorte vinte e oito figuras pequenas de revistas ou jornais. Recorte o papelão em 28 retângulos de 5 centímetros x 10 centímetros. Faça um risco dividindo cada retângulo em duas metades. Em uma das metades, será colada uma figura, na outra, será escrito o nome de uma outra figura. Faça isso em todas as peças, certificando-se de escrever o nome de todas as figuras.
Coloque uma peça na mesa e distribua as demais entre os participantes. Um de cada vez, os jogadores devem encaixar o nome à imagem correspondente, ou vice-versa, até que não sobre mais nenhuma peça na mão.
FLOR E VASO
Materiais:
• Uma garrafa pet
• Tesoura
• Cola
• Fita adesiva
• Tinta
• Pincel
• Um palito de churrasco ou uma vareta de pipa
Modo de fazer:
1. Pegue uma garrafa PET com a tampinha, retire o rótulo e lave bem . Corte as laterais da garrafa, conforme a figura.
2. Com o gargalho, você vai fazer o suporte, uma espécie de vasinho, e com a base, a flor. A parte do meio serve para fazer as folhas. Pegue o bocal cortado e faça um furinho no meio da tampa da garrafa. Aí você vai fixar o palito com a flor.
3. Na parte de baixo da garrafa, desenhe o contorno de uma flor, aproveitando o formato da base que já lembra isso.
4. A parte de baixo da garrafa, desenhe o contorno de uma flor, aproveitando o formato da base que já lembra isso. Recorte , conforme a figura.
5. Aproveite a parte do meio da garrafa para fazer duas folhinhas. Se a garrafa já for verde, você nem precisa pintar; caso contrário, pinte-a.
6. Pinte o palito e cole-o na flor, deixando-a em pé.
PALHAÇO CONE DE LÃ
Materiais:
• Um cone vazio de linha ou lã (pode ser de papelão ou plástico)
• Uma vareta de pipa ou palito de churrasco
• Uma bola de isopor grande (para a cabeça)
• Lã
• Papel colorido
• Retalhos de tecido
• Canetinha
• Tesoura
• Cola branca e de isopor
Modo de fazer:
Pegue o cone vazio (já vem com furo no meio) e encape-o com papel colorido.
Desenhe o rostinho do palhaço ou, se preferir, desenhe, recorte e cole os olhos, nariz e boca.
Faça os cabelos com fios de lã, colando-os no alto da cabeça. Se preferir, pode prendê-los com alfinete.
Com a cabeça pronta, espete-a no palito ou vareta. Se desejar, faça um chapéu para o palhaço.
Corte um quadrado de tecido de cerca de 30x30 cm e transpasse-o pelo palito para que se transforme em corpo do palhaço. Amarre um laço no pescoço do boneco para dar acabamento.
Vire o cone de cabeça para baixo e coloque o palhaço dentro dele. Cole as bordas do tecido na extremidade mais fina da parte de dentro do cone.
Pronto! Agora seu palhaço pode entrar e sair do cone!
SITES DE REFERÊNCIA:
http://ludicidadealvorada.blogspot.com/
http://rosanacaohan2.blogspot.com/
http://www.clicfilhos.com.br/site/display_materia.jsp?titulo=Lixo+que+vira+brinquedo
http://mundinhodacrianca.blogspot.com/
http://educacaoparaavida.pbworks.com/Brinquedos-de-Sucata
http://www.junior.te.pt/
http://ecoamigos.wordpress.com/2007/11/02/sucata-que-vira-brinquedo-recicloteca-e-outras-ideias-legais/
http://cantinholudicodagre.blogspot.com/2008/01/brinquedos-pedaggicos-de-sucatas.html
http://educaresonhar.blogspot.com/2008/03/meninas.html
http://carrosseldaaprendizagem.blogspot.com/2009/03/arte-em-sucata.html
http://brinquedoscomsucata.blogspot.com/
“O brinquedo construído pode vir a ser parte fundamental no contexto da brincadeira infantil. Acreditamos que, através da interferência da criança na transformação dos objetos para a construção de seu próprio brinquedo, ela realizará um trabalho criativo, resultando em um brinquedo produzido por ela mesma e ganhando, por esse motivo, um valor afetivo diferenciado. A criança brincará com “outros olhos” com aquilo que ela puder construir.”
REVISTA AVILA LÁ (ADRIANA KLISYS E RENATA CAIUBY)
Algumas propostas:
GEOPLANO
Com o geoplano é possível criar desenhos com diversas formas. Também auxilia no processo de ensino-aprendizagem de Geometria e Matemática.
Materiais:
• Uma tábua quadrada (de madeira ou aglomerado) com 18 x 18 cm de lado e uma espessura de mais de 1,5 cm e menos de 3 cm.
• Uma régua
• Um lápis
• Uma borracha
• 25 pregos finos (de 2,5 ou 3 cm)
• Um prego maior
• Martelo
• Elásticos de vários tamanhos e cores
Modo de fazer:
1. Marque a lápis, levemente, na tábua, linhas paralelas de 3 em 3 cm, na vertical e na horizontal. Assim, obterá uma grelha.
2. Na intersecção das linhas (onde elas se cruzam), marque os 25 pontos obtidos, fazendo um furinho com o prego maior, retirando-o posteriormente.
Com a borracha, apague as linhas que traçadas.
3. Pregue, cuidadosamente, os 25 pregos nos furos marcados, deixando cerca de 1 cm do prego, para fora.
4. Agora, use os elásticos para criar formas e desenhos. Com elásticos de várias cores fica muito bonito.
FUTEBOL DE PREGUINHOS
Materiais:
• Madeira retangular com 50X30 cm
• Duas ripas de madeira com 2 cm de largura e 50 cm de -comprimento para as laterais.
• Quatro ripas de madeira com 2 cm de largura e 13 cm de comprimento
• Vinte e dois pregos de cabeça redonda
• Uma bolinha de gude ou moeda
• Tinta verde e branca
• Pincel
• Lixa de papel
Modo de fazer:
1. Antes de começar a montagem do campo, lixe todas as peças com uma lixa de papel para evitar que alguma farpa espete seu dedo, enquanto estiver montando.
2. Pinte a madeira de verde e desenhe e campo conforme a figura:
3. Os pregos (jogadores) devem ser distribuídos conforme indicado na foto, ficando 11 de cada lado.
4. Pregue as ripas nas laterais do campo. Bata os pregos com cuidado e verifique se a ponta não saiu do lado oposto.
5. Se quiser, você pode pintar os pregos com duas cores para diferenciar os times.
CAMINHONETE COM CAIXA DE FÓSFORO
MATERIAIS:
• Três caixas de fósforos vaziasTinta guache
• Quatro botões
• Cola
• Caneta
• Tesoura
• Pincel
MODO DE FAZER
Cole uma caixa de fósforos fechada na outra sem a tampa. Assim você cola a caçamba na cabina da caminhonete.
Desenhe a tampa da terceira caixa de fósforos a parte de cima da cabina. Isso vai ser o teto da caminhonete.
Recorte e cole em cima da caixa com tampa.
Pinte a carroceria da caminhonete com a tinta guache.
Cole os botões com um pingo de cola para fazer as rodas.
PARA FAZER UM DADO
Materiais:
• Lápis
• Régua
• Cartolina
• Tesoura
• Cola
Modo de fazer:
1. Primeiro, é preciso decidir quantos centímetros de lado vai ter o cubo.
2. A seguir, sabendo qual é a medida de lado, copie o modelo a seguir.
3. Recorte onde indicado (_ _ _ _ _) e dobre (________) ligeiramente as partes de todo o cubo, sem o colar ainda, só para facilitar essa tarefa. A régua pode auxiliar esta tarefa.
4. Cole os diversos lados com o cuidado e deixar secar bem, antes de colar a parte seguinte.
FANTOCHES COM MEIAS
Materiais:
• Meias velhas
• Cartolinas de cores variadas (pedaços)
• Lãs de cores variadas
• Tesoura
• Cola forte
Modo de fazer: (MENINA)
1. Escolha a meia de sua preferência, pode ser estampada, ou ter uma só cor
2. Recorte, em cartolina:
- duas meias-luas encarnadas para a boca;
- uma meia-lua para a língua;
- uma bolinha ou um triângulo para o nariz;
- duas bolinhas para os olhos;
- duas meias-luas para as orelhas;
boca olhos nariz orelhas língua
3. Enfie a mão na meia e experimenta-a, para ter uma ideia das medidas daquilo que vai colar.
4. Cole todos estes elementos nos locais certos com muito cuidado, para a cola não passar (e colar o que não deve).
5. Para fazer os cabelos da menina, cole os fios de lã de baixo para cima, isto é, comece a colar primeiro os fios de perto da “nuca”, para depois ir colando os que vão acima, até cegar naqueles que ficam no topo da cabeça. Se quiser, pode apará-los com a tesoura, colocar um laço, fazer franja ou tranças.
*Outras ideias:
Para incrementar esse fantoche da menina:
• Faça dentes: cole na boca dois quadradinhos de cartolina branca;
• Faça um laço no pescoço: pode-se usar fitas, lãs, ou fazer em cartolina com dois triângulos pequenos;
• Coloque óculos: pode-se recortar em cartolina, ou moldá-los em arame.
FANTOCHE DE GATO
O procedimento parecido com o do fantoche da menina.
Segue, abaixo, a lista para o focinho. Recorta, em cartolina:
- duas meias-luas encarnadas para a boca;
- uma meia-lua pequena para a língua;
- um triângulo pequeno para o focinho
- duas bolinhas os olhos;
- oito tiras fininhas para os bigodes
- dois triângulos para as orelhas
BASTONETES COLORIDOS
Materiais:
• Duas garrafas PET
• Pedaços de papéis coloridos (pode ser revista também)
• Fita adesiva
Modo de fazer:
Corte o fundo das garrafas e coloque os pedaços de papéis coloridos. Uma os fundos das garrafas, um ao outro com a fita adesiva.
As crianças poderão explorá-los livremente: arrastá-lo, classificá-los por cor, pode-se até armar circuitos e pedir para que elas passem por estes utilizando diversas formas de locomoção (caminhando, saltando, engatinhando, etc).
CAIXA PEDAGÓGICA
Materiais:
• Uma caixa de papelão
• Papéis coloridos
• Caixinhas de vários tamanhos, forradas (pode ser de fósforo, remédio, sabonete, etc)
• Potinhos iogurte, papelão do rolo de papel higiênico
• Jornal
• Fita adesiva
• Estilete
• Tesoura
• Lápis
• Cola branca
• Régua
Modo de fazer:
Forre a caixa com os papéis coloridos. Espere a cola secar. Utilize os potinhos e as caixinhas que você tiver como modelo para riscar, na lateral da caixa de papelão. Com uma régua, meça 0,5 centímetro a mais do modelo que você já riscou. Recorte essas formas inicialmente com um estilete, depois com uma tesoura, assim ficará mais fácil. Passe fita adesiva ao longo do corte, a fim de dar um acabamento.
As crianças poderão encaixar os diferentes objetos em seus respectivos buracos, explorando assim, diversas formas, cores e tamanhos.
* Outra idéia: Amasse folhas de jornal e passe fita adesiva em volta. Assim você pode obter diversos tamanhos de bolas a serem encaixadas na caixa.
BONECA DE CAIXA DE FÓSFORO
Materiais:
• Uma caixa de fósforos
• Papelão (pode ser uma caixa)
• Uma moeda
• Lãs coloridas
• Agulha para lã
• Um prego
• Um martelo
• Fita adesiva
• Canetinha hidrocor
• Estilete
• Papel colorido ou revista
Modo de fazer:
Faça um círculo no papelão, utilizando a moeda como modelo. Em seguida, desenhe um retângulo bem abaixo do círculo, como indica a figura:
Recorte esta figura como um todo. No círculo, no topo oposto ao retângulo, faça um furinho, com o prego. É aí, que você vai amarrar os cabelos de lã, da boneca. Desenhe seu rostinho.
Na parte de dentro da caixinha, onde originalmente ficam os palitos de fósforo, faça, de um lado, um corte com o estilete para encaixar o retângulo que segura a cabeça; do outro lado, faça dois furinhos paralelos – É aí que as pernas vão encaixar.
Na parte de fora da caixinha, nas duas laterais onde a gente risca o palito, faça dois furinhos – um em cada lateral. E atenção, é preciso bater o prego levemente, para não quebrar a caixinha. Faça os dois furinhos na mesma altura – é aí que os braços vão encaixar.
1. Fazendo a cabeça: Desenho o rosto. Com a agulha, enfie, no furo já aberto, um pedaço de lã que servirá para amarrar o cabelo. Você pode fazer tranças ou deixar o cabelo solto.
2. Colocando a cabeça: Insira a parte do retângulo no recorte feito na parte de dentro da caixinha. Fixe com fita adesiva.
3. Fazendo os braços e pernas: Faça quatro tranças, quanto mais compridas, mais divertida ficará a boneca. Amarre as pontas com lã ou fita adesiva.
4. Colocando as pernas: Passe, com a agulha, um pedaço grande lã nos buracos destinados às pernas – na parte interna da caixinha – seguindo esta rota: de fora do 1º furo passa-se para dentro da caixa, passe para o 2º furo, saindo da caixa. Agora, as duas pontas da lã ficaram para fora da caixa. Amarre as pernas dando um nó bem forte. Se preferir, pode colocar também, fita adesiva.
5. Colocando os braços: Passe, com a agulha, um pedaço grande lã nos buracos destinados aos braços – na parte externa da caixinha – seguindo esta rota: de fora do 1º furo passa-se para dentro da caixa, passe para o 2º furo, saindo da caixa. Agora, as duas pontas da lã ficaram para fora da caixa. . Amarre os braços dando um nó bem forte. Se preferir, pode colocar também, fita adesiva.
Outras ideias: Você pode usar papel colorido para criar a roupinha da boneca, fazer laços de fita para enfeitar seu cabelo, etc.
QUADRO DE ISOPOR
MATERIAIS:
• Uma bandeja de isopor
• Canetinhas coloridas
• Um palito com ponta (Pode ser de palito de churrasco ou palito de dente)
• Lã, linha, ou um pedaço de elástico
• Cola colorida
MODO DE FAZER:
Faça um desenho, furando a bandeja com o palito.
Pinte os furos do desenho com canetinha colorida.
Faça dois furos na parte superior da bandeja, um de cada lado da bandeja para passar a linha, ou lã ou elástico. Passe uma ponta da linha em cada furo, dando um nó para não sair.
Agora é só pendurar o quadro pelo elástico.
BILBOQUÊ
Modo de fazer:
Pegue o gargalo da garrafa e faça um furo com perfurador ou estilete. Amasse a folha de jornal até formar uma bola. Em seguida, corte 1m e 30cm de barbante, dê quatro nós cruzados na bolinha de jornal e prenda no gargalo de garrafa, com dois nós.
Como brincar:
Com apenas uma mão, lançar a bolinha de jornal para encaixá-la dentro do gargalo da garrafa.
OBS: Este brinquedo trabalha a mão, o antebraço, o braço e o ombro. Sendo muito bom para a coordenação motora.
VAI-VEM
Materiais:
• Duas garrafas pet
• Dois rolos de papelão de papel higiênico
• Dois barbantes de varal de 3 metros de comprimento cada um
• Quatro pedaços de madeira com 22 centímetros de comprimento cada um
• Papel colorido
• Cola branca e colorida
• Tesoura
Modo de fazer:
1. Corte ao meio as duas garrafas de refrigerante e encaixe uma na outra
2. Recorte faixas e estrelas de papel colorido e cole-as no corpo do brinquedo para decorá-lo
3. Passe os cordões de náilon pelo corpo do vai-vem, como indica a foto. Não deixe que se cruzem
4. Encape as madeirinhas com papel colorido
5. Corte os rolos de papelão ao meio. Eles impedem que o vai-vem bata na sua mão.
6. Encape e decore os rolos com papel colorido
7. Passe fio pelos rolinhos e amarre cada uma das pontas numa madeirinha. Está pronto o brinquedo!
PORTA-TRECOS
Modo de fazer:
Depois de lavada e secada, corte a garrafa ao meio. Cole pedaços de papel de presente ou papel contato em formato de flores, formas geométricas ou outros objetos de seu gosto no porta-treco para decorar.
OBS: Ao fazer o vai-vem (brinquedo) você pode aproveitar as partes inferiores das duas garrafas e fazer dois porta-trecos.
MARACÁ
Modo de fazer:
Retirar o rótulo da garrafa, lavar por dentro e por fora, após secar, colocar sementes de arroz ou feijão ou outras. Se você tiver um cabo de vassoura, corte um pequeno pedaço (20cm) e encaixe na garrafinha. Se preferir, pegue uma folha de jornal, dobre e passe a fita adesiva, formando o cabo para acoplar na garrafa. A pintura é opcional.
CHOCALHO
Materiais:
• Uma lata de alumínio
• Sementes, grãos ou pedrinhas
• Fita adesiva
Modo de fazer:
Você pode enfeitar seu chocalho com figuras que você desenha ou recorta de revista ou jornal e cola. Ou pode pintar sua lata com tinta plástica.
Encha sua lata com a semente que você tiver ou pedrinhas.
Cada semente fará um barulho diferente e você pode fazer vários chocalhos e conseguir diversos sons.
Vede o buraco da latinha com fita adesiva e cole uma figura por cima para dar um acabamento legal.
*Outras ideias: Também é possível fazer o chocalho com potinhos de iogurte, enchendo-os também com sementes ou pedrinhas e colando as bordas com fita adesiva. Assim, você conseguirá ainda mais variações de sons. Você também pode enfeitar os chocalhos da mesma maneira que o maracá.
DISCO VOADOR
Materiais:
• Um pedaço de papelão
• Restos de papéis coloridos
• Tesoura
• Caneta
• Cola branca
Modo de fazer:
Pegar um prato como fôrma, marcar no papelão com a caneta e recortar.
Este servirá de molde para que os demais discos sejam feitos. Depois pintar ou colar restos de papel colorido para decorar.
Após secar, é só formar duplas e brincar. Um joga e o outro pega e vive-versa.
TIRO ÀS ARGOLAS
De 2 a 6 jogadores
Materiais:
• Jornal
• Fita adesiva
• Cabide
• Papel colorido (três cores diferentes)
• Barbante
Modo de fazer:
Faça três rolinhos com o jornal colando as extremidades, formando argolas. Passe cada papel colorido em volta de cada argola e forre-as com fita adesiva. Assim, você terá argolas de cores diferentes e cada uma terá uma pontuação. Faça 12 bolinhas de jornal, passando fita adesiva em volta. Prenda as argolas com barbante no cabide e pendure-o em algum lugar que tenha uma altura adequada à altura das crianças.
Fica a critério do professor qual a pontuação correspondente à cada cor. Pode ser por unidades, dezenas, ou relativo à alguma tabuada que estejam trabalhando. Fica também por conta do professor, quantas rodadas serão feitas para que termine o jogo.
Ganha quem fizer mais pontos.
PEGA BOLINHAS
De 2 a 4 jogadores
Materiais:
• Papelão
• Palitos de churrasco ou de pipa
• Uma moeda
• Canetas hidrocor
Modo de fazer:
Use a moeda para desenhar 40 círculos no papelão. Recorte e pinte, de um lado, os círculos de cores diferentes:
• Cinco pretos – vale 50 pontos
• Quinze vermelhos – vale 5 pontos
• Dez azuis – vale 10 pontos
• Dez verdes – vale 15 pontos
• Do outro lado do círculo, escreva o valor correspondente.
Como jogar:
Jogue, desordenadamente, as rodelas na mesa ou no chão. Cada participante, na sua vez, tenta remover as rodelas com o palito, sem mover as demais. Ganha quem fizer mais pontos.
O JOGO DOS CORPOS
De 2 a 6 jogadores
Materiais:
• Cartolina de quatro cores diferentes
• Canetas hidrocor
• Tesoura
Modo de fazer:
Preparar 60 cartões de cartolina divididos em quatro séries iguais, ou seja 15 cartões de cada cor.
Para cada cor de cartão desenhe: cabeça, pescoço, tronco, 2 braços, 2 mãos, 2 coxas, 2 joelhos, 2 panturrilhas e 2 pés.
Como jogar:
Distribua seis cartões para cada participante. Com o restante faz-se um monte. O primeiro coloca o cartão que quiser sobre a mesa.
O segundo deverá colocar um cartão que complete o primeiro (uma mão na extremidade do braço).
Os cartões devem ser da mesma cor, ou seja, as partes pertencem ao mesmo corpo.
Se um jogador não tiver o cartão adequado poderá começar outro corpo.
Quando os quatro corpos tiverem sido começados, o jogador que não tiver o cartão adequado poderá compra um cartão, se ainda não conseguir o cartão adequado, perde a vez.
Cada cartão colocado vale um ponto, exceto o que terminar a formação de um corpo que valerá 15.
Terminados os quatro corpos, ganha quem tiver mais pontos.
PASSA BOLA
Materiais:
• Garrafas pet
• Jornal
• Fita adesiva
• Tesoura
Modo de fazer:
Recorte as garrafas pet e fique apenas com a parte superior da garrafa. Passe a fita adesiva na borda recortada, a fim de dar acabamento. Enrole folhas de jornal até fazer uma bola e passe fita adesiva em volta.
Como jogar:
As crianças devem estar dispostas em círculo. Cada uma terá um cone de pet. O jogo consiste em passar a bola uns para os outros, por meio dos cones. Enquanto elas passam, podem cantar uma música, recitar um poema, ou fazer contas de cabeça.
*Outras ideias: Pode-se fazer as bolinhas com meias velhas também.
BOLICHE
Material:
• 10 garrafas pet
• Jornal
• Fita adesiva
• Cartolina
• Canetas hidrocor
Modo de fazer:
Corte pequenos pedaços de cartolina e numero-os de 1 a 10. Com a fita crepe, fixe cada número em uma garrafa. Amasse algumas folhas de jornal até formar uma bola e passe bastante fita crepe envolvendo-a, para deixá-la firme e pesada.
Disponha as garrafas como pinos de boliche (uma fileira com quatro bolas, uma com três bolas, uma com duas bolas e a última com uma bola só, bem na frente). A uma distância de pelo menos cinco metros, a criança rola a bola no chão, em direção às garrafas, para tentar derrubá-las.
A pontuação é calculada de acordo com os números correspondentes às garrafas que forem derrubadas. Quem somar mais pontos em cinco rodas vence. A cada rodada, as garrafas devem ser recolocadas no lugar, mas em posições diferentes e sem que a criança possa visualizar os números.
QUEBRA-CABEÇA
Materiais:
• Papel cartão
• Lápis
• Tesoura
• Cola
• Revista
Modo de fazer:
Recorte uma imagem da revista, cole na folha de papel cartão. Na parte de trás faça traços como se fossem peças de quebra cabeça. Recorte e depois monte!
JOGO DOS 10
Materiais:
• Duas garrafas pet
• Dez bolinhas de gude (que caibam no gargalo da garrafa), ou sementes grandes ou miçangas grandes
• Fita adesiva larga
• Papel e lápis para registro dos pontos
Modo de fazer:
Recorte uma das garrafas (nº1) perto da base, esta será a garrafa de fora, que você vê na imagem. Recorte a segunda garrafa (nº2) perto do topo, deixando-a em forma de cone.
Coloque as bolinhas (ou sementes, ou miçangas), dentro da parte de cima da garrafa nº1, tampada. Depois disso, encaixe a garrafa nº2 com o gargalo apontado para o gargalo da garrafa nº1. A seguir, encaixe a base no topo, montando assim, da garrafa nº1. Agora, passe fita adesiva para fixar as partes.
Como brincar: O "jogo dos 10" é uma espécie de bilboquê, no qual as crianças devem colocar as bolinhas de gude dentro do funil (garrafa nº2). Ganha o jogo quem colocar mais bolinhas dentro do funil, em determinado tempo, ou número de tentativas.
PÉ DE LATA
Materiais:
• Duas latas grandes (pode ser de nescau)
• Barbantes
• Prego
• Martelo
Modo de fazer:
Fazer dois furos com o prego na parte de baixo de cada lata, deixando espaço para a criança colocar os pés. Após colocar o barbante nos furinhos e amarrar as pontas na parte de dentro da lata.
Para brincar, basta subir com um pé em cada lata, segurando o barbante movendo as pernas e andar.
OBS: O barbante varia de tamanho de acordo com o tamanho da criança, mas deve ficar na altura das mãos.
Objetivos: Desenvolver a coordenação motora, e o equilíbrio.
DOMINÓ
Material:
• Revistas e jornais
• Papelão
• Canetas
• Tesoura
• Cola
Como fazer:
Recorte vinte e oito figuras pequenas de revistas ou jornais. Recorte o papelão em 28 retângulos de 5 centímetros x 10 centímetros. Faça um risco dividindo cada retângulo em duas metades. Em uma das metades, será colada uma figura, na outra, será escrito o nome de uma outra figura. Faça isso em todas as peças, certificando-se de escrever o nome de todas as figuras.
Coloque uma peça na mesa e distribua as demais entre os participantes. Um de cada vez, os jogadores devem encaixar o nome à imagem correspondente, ou vice-versa, até que não sobre mais nenhuma peça na mão.
FLOR E VASO
Materiais:
• Uma garrafa pet
• Tesoura
• Cola
• Fita adesiva
• Tinta
• Pincel
• Um palito de churrasco ou uma vareta de pipa
Modo de fazer:
1. Pegue uma garrafa PET com a tampinha, retire o rótulo e lave bem . Corte as laterais da garrafa, conforme a figura.
2. Com o gargalho, você vai fazer o suporte, uma espécie de vasinho, e com a base, a flor. A parte do meio serve para fazer as folhas. Pegue o bocal cortado e faça um furinho no meio da tampa da garrafa. Aí você vai fixar o palito com a flor.
3. Na parte de baixo da garrafa, desenhe o contorno de uma flor, aproveitando o formato da base que já lembra isso.
4. A parte de baixo da garrafa, desenhe o contorno de uma flor, aproveitando o formato da base que já lembra isso. Recorte , conforme a figura.
5. Aproveite a parte do meio da garrafa para fazer duas folhinhas. Se a garrafa já for verde, você nem precisa pintar; caso contrário, pinte-a.
6. Pinte o palito e cole-o na flor, deixando-a em pé.
PALHAÇO CONE DE LÃ
Materiais:
• Um cone vazio de linha ou lã (pode ser de papelão ou plástico)
• Uma vareta de pipa ou palito de churrasco
• Uma bola de isopor grande (para a cabeça)
• Lã
• Papel colorido
• Retalhos de tecido
• Canetinha
• Tesoura
• Cola branca e de isopor
Modo de fazer:
Pegue o cone vazio (já vem com furo no meio) e encape-o com papel colorido.
Desenhe o rostinho do palhaço ou, se preferir, desenhe, recorte e cole os olhos, nariz e boca.
Faça os cabelos com fios de lã, colando-os no alto da cabeça. Se preferir, pode prendê-los com alfinete.
Com a cabeça pronta, espete-a no palito ou vareta. Se desejar, faça um chapéu para o palhaço.
Corte um quadrado de tecido de cerca de 30x30 cm e transpasse-o pelo palito para que se transforme em corpo do palhaço. Amarre um laço no pescoço do boneco para dar acabamento.
Vire o cone de cabeça para baixo e coloque o palhaço dentro dele. Cole as bordas do tecido na extremidade mais fina da parte de dentro do cone.
Pronto! Agora seu palhaço pode entrar e sair do cone!
- Coletânea de atividades catalogadas por Carol Schiesari
SITES DE REFERÊNCIA:
http://ludicidadealvorada.blogspot.com/
http://rosanacaohan2.blogspot.com/
http://www.clicfilhos.com.br/site/display_materia.jsp?titulo=Lixo+que+vira+brinquedo
http://mundinhodacrianca.blogspot.com/
http://educacaoparaavida.pbworks.com/Brinquedos-de-Sucata
http://www.junior.te.pt/
http://ecoamigos.wordpress.com/2007/11/02/sucata-que-vira-brinquedo-recicloteca-e-outras-ideias-legais/
http://cantinholudicodagre.blogspot.com/2008/01/brinquedos-pedaggicos-de-sucatas.html
http://educaresonhar.blogspot.com/2008/03/meninas.html
http://carrosseldaaprendizagem.blogspot.com/2009/03/arte-em-sucata.html
http://brinquedoscomsucata.blogspot.com/
29 de jun. de 2010
29 de mai. de 2010
Aos amigos que desejam contribuir...
Queridos amigos e parceiros,
Somos parte de um grupo de educadoras que participará de um programa de voluntariado numa comunidade quechua, em Huánuco, Peru. Uma das atividades será um encontro de formação de professores, além das atividades com a criançada. Como se trata de um trabalho voluntário, os custos de viagem serão por conta de cada educadora...ou seja, cada uma pagará suas despesas (assim como já foi feito com a compra de nossas passagens).
Gostariamos de poder levar um pedacinho q seja de cada pessoa q acredita numa educação capaz de transformar vidas, descompensando a pobreza q tanto subjulga crianças no mundo todo. Por isso, estamos encabeçando uma iniciativa de viabilizar espaços de aprendizagem naquela comunidade:
As doações feitas serão para comprarmos:
Se sentir vontade de "ir conosco" a Huánuco, vc pode doar qualquer quantia q seja( infelizmente não conseguimos levar doações concretas, por causa das dificuldades de chegar na comunidade)...com certeza seria muito especial... um livrinho de história ou caixinha de giz de cera...vcs devem imaginar a importância que algo assim tem na vida de uma criança... por isso, pensem com carinho!!!
O Projeto que atende as crianças é uma iniciativa de civis peruanos descontentes com a realidade em que vivem...
A disposição para esclarecimentos!!
Carol Ferigolli
Somos parte de um grupo de educadoras que participará de um programa de voluntariado numa comunidade quechua, em Huánuco, Peru. Uma das atividades será um encontro de formação de professores, além das atividades com a criançada. Como se trata de um trabalho voluntário, os custos de viagem serão por conta de cada educadora...ou seja, cada uma pagará suas despesas (assim como já foi feito com a compra de nossas passagens).
Gostariamos de poder levar um pedacinho q seja de cada pessoa q acredita numa educação capaz de transformar vidas, descompensando a pobreza q tanto subjulga crianças no mundo todo. Por isso, estamos encabeçando uma iniciativa de viabilizar espaços de aprendizagem naquela comunidade:
As doações feitas serão para comprarmos:
- Jogos e Brinquedos
- Materiais escolares e artisticos
- Livros ( didáticos e de literatura infanto-juvenil)
- Materias pedagógicos
Para isso, estamos arrecadando doações, para lá no Peru ( onde a moeda é infelizmente, mas desvalorizada) comprar tudo o que for necessário, para construir esses espaços de aprendizagem.
Se sentir vontade de "ir conosco" a Huánuco, vc pode doar qualquer quantia q seja( infelizmente não conseguimos levar doações concretas, por causa das dificuldades de chegar na comunidade)...com certeza seria muito especial... um livrinho de história ou caixinha de giz de cera...vcs devem imaginar a importância que algo assim tem na vida de uma criança... por isso, pensem com carinho!!!
Eu tenho um projeto descritivo para quem tiver interesse de conhecer melhor e estamos organizando um esquema de prestação de contas para os que desejam acompanhar o trabalho e as compras ( caso consigamos mesmo doações para construir os espaços de aprendizagem)
O Projeto que atende as crianças é uma iniciativa de civis peruanos descontentes com a realidade em que vivem...
A disposição para esclarecimentos!!
Um abraço,
Carol Ferigolli
13 de mai. de 2010
Você conhece a Comunidade Leôncio Prado, Huánuco, Peru?
Você conhece a Comunidade Leôncio Prado, Huanuco, Peru?
É o segundo departamento mais pobre do Peru, com uma taxa de pobreza que alcança 77,6% da população e uma taxa de pobreza extrema de 49,6%
Renda familiar mensal de US$ 59,00.
28% dos meninos e meninas menores de 5 anos sofrem de desnutrição crônica na zona urbana. Na zona rural, este índice chega a 46%.
51% dos lares não contam com serviços de higiene. As condições de habitação são de 4 pessoas por metro quadrado.73,3% das crianças terminam a educação primária entre os 12-14 anos de idade.
A cada hora, 3 crianças ou adolescentes são agredidos sexualmente, sendo somente 30% dos casos os que têm condições de buscar justiça, porque a maioria das vítimas vive em extrema pobreza.
Acreditamos que essa realidade pode mudar!
O Projeto “Acordando Palavras”, iniciativa de jovens educadoras e comunicadoras que acreditam ser possível construir um mundo melhor e mais justo por meio de ações educacionais e artísticas, irá a Huanuco, Peru, no mês de julho. Durante 6 dias, promoveremos a formação de educadoras da comunidade e atividades com as crianças e adolescentes atendidos pelo Projeto Kushis Winaykan (“Crescendo feliz”, no dialeto quechua), visando permitir que eles possam se desenvolver sadiamente e sair da condição de pobreza. Para tanto, o Acordando Palavras pretende liderar também algumas outras iniciativas:
· Organização de uma brinquedoteca, mesmo que ainda não tenha o espaço.
· Organização de espaço de leitura (livros didáticos e literatura infanto-juvenil)
· Aquisição de materiais escolares para viabilizar as atividades pedagógicas
Você também pode estar lá e ajudar a transformar essa realidade!
Se desejar contribuir financeiramente, entre em contato conosco:
( Carol Ferigolli - carol.ferigolli@gmail.com ou Juliana Noronha - julianarpusp@yahoo.com.br)
Contamos com você!
Um abraço,
Carol Ferigolli, Juliana Noronha, Camilla Gallo, Rita Meira e Juliana Ferigolli!!!
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